sábado, 1 de junho de 2013

Alguém?




E agora? 

Quando nos fazemos essa pergunta com frequência é sinal que o momento não está muito bom. Esse sentimento de não saber o que fazer é avassalador! Vai minando todas as nossas expectativas, vontades, desejos e fazendo com que mergulhemos cada vez mais numa sofreguidão que parece não ter fim.

Por mais que as pessoas nos mostrem o caminho certo e tentem nos ajudar da melhor maneira possível e com a melhor das intenções, se a decisão não parte da gente, eu afirmo, caro companheiro, a saída dessa situação será árdua, laboriosa.  

Pior ainda é quando temos total noção da nossa realidade que, de fato não é das piores, e o sentimento de culpa vai nos aniquilando, nos tornando fracos, sem ação ou reação.

Depois da culpa vem a falta de conhecimento de si mesmo. Não sabemos mais o que queremos, do que gostamos, quando somos felizes. Viver passa a ser um martírio, um sacrifício. Vamos de zero à cem em alguns instantes e retornamos ao zero em milésimos de segundos.

Errado! Algo está errado! Onde estão nossas forças para descobrir o que é? Alguns vão dizer que estão em Deus. Obviamente! Outros vão dizer que estão nos amigos. Certamente.  Podem dizer também que estão na família. Provavelmente. Eu fico com os que dizem que estão em nós mesmos. Indiscutivelmente! Porque a partir do momento que nós nos resgatamos, damos espaço para que outras forças benignas possam agir sobre nós.

Feliz daquele que descobre a tempo como fazer a união dessas forças. Se alguém aí souber, pode falar! Estou aqui esperando...

domingo, 24 de março de 2013

Sou intolerante à intolerância


Frequentemente lemos que a doença do século XXI é a depressão. Realmente. Não é difícil encontrar por aí pessoas cabisbaixas, com a autoestima baixa, precisando de ajuda. Mas por que essas pessoas se encontram nessa situação? Há alguma coisa nessa atual sociedade que nos leva a chegar a esse ponto? Não sou especialista no assunto, mas a minha visão é que o problema está no ser humano, na sua essência, na sua falta decência. 

Não nos deixar levar por essa sociedade hipócrita é difícil, complicado, fugir de pessoas sem caráter é quase impossível e lutar contra o desrespeito e a intolerância é uma tarefa árdua, que nem todos estão aptos ou são capazes de conseguir. São pessoas fracas as que não conseguem se desvencilhar de pessoas ruins? Absolutamente não. Talvez sejam boas demais e não compreendam que o mundo atual é regido por pessoas com valores invertidos, trocados. Cabe à nós mudar esse cenário. 

O que podemos fazer então para ajudar essas pessoas e nos ajudar? Falar! Lutar! Brigar! Não devemos e não podemos nos calar ao ver alguém sendo vítima de uma covardia. Não vamos fechar os olhos quando alguém que conhecemos e amamos for vítima de comentários desrespeitosos, grosseiros, inadequados e mentirosos!

Não quero dizer que quem se encontra em estado depressivo está em tal situação unicamente por causa das pessoas. Às vezes a vida nos coloca em situações ingratas, é verdade. Mas o que eu quero dizer é que tudo fica mais fácil quando temos pessoas boas ao nosso lado. É esse o ponto! Vamos evitar pessoas que possam nos levar à depressão. Na vida real, infelizmente, não podemos simplesmente dar unfollow numa pessoa e excluí-la da nossa linha do tempo. Ocasionalmente teremos que conviver com pessoas que não queremos, mas nós podemos nos afastar delas e nos aproximar cada vez mais de pessoas boas, que nos tornam seres melhores. Vamos aprender a fazer isso!

O mal do século pra mim é a intolerância, e para pessoas com atitudes assim, minha tolerância é ZERO! Incoerente, né? Pois é. Então façamos um trato. Vamos fazer dessa intolerância uma intolerância do bem e só toleraremos essa intolerância. A intolerância que vem acompanhada de desrespeito, mentira, grosseria, maldade, crueldade, preconceito e falta de conhecimento nós não toleraremos! Não mesmo!

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Closed?



Tenho pensado muito na vida ultimamente, mais do que estou acostumada a fazer. Quem me conhece um pouquinho sabe que eu só faço isso, sou viciada! Tenho pensado no que eu faço, no que eu deixo de fazer, no que eu sou, no que eu queria ser. Aquelas crises existenciais, sabe? Então. 

Pois bem, entre ontem e hoje me deparei com situações que colocaram em xeque minha maneira de agir com algumas pessoas. Até que ponto devo estar disponível para algumas delas e indisponível para outras tantas? É certo deixar de fazer determinadas coisas para estar com as pessoas que julgo serem prioridades? 

Quando sentimos que nossa opinião já não é importante ou não surte mais efeito é sinal de que alguma coisa está errada. Bem errada! Deixar-se levar pela opinião dos outros porque a sua não tem mais consideração é      a porta de entrada para um caminho que pode não ter mais volta. 

Perceber isso a tempo é imprescindível, capital, porque ainda será possível reverter a situação. Não nos deixemos levar somente pelo coração, ele também se engana! 

"Se sou razão ou emoção?

Sem dúvidas responderia razão.
Mas ficaria dentro de mim a inquietação
ao saber que minhas emoções 
me fazem perder a razão em uma ocasião."


domingo, 27 de janeiro de 2013

Joyeux anniversaire, ma tante!


Quem me conhece sabe que tenho uma opinião bem pessoal e diferente sobre a maternidade, sobre o que é ser mãe. Não sou tão sentimental a ponto de acreditar naquelas máximas que dizem que 'mãe é uma só', 'mãe é quem cria' e blá blá blá. Talvez seja pelo fato de eu ser de uma família um tantinho complicada e ter duas, três, quatro mães. E cada uma de um jeito. A verdade é que eu tenho várias mães.

E uma delas é minha tia Nete. Há quem diga que somos iguais fisicamente, coisa que eu não acredito porque ela é bonita e eu sou feia. Há aqueles que dizem que temos a voz parecida. Também não acho! O fato é que somos extremamente iguais e diferentes na personalidade. Como isso é possível? Pois é, não sei. Como podemos ser tão iguais e diferentes ao mesmo tempo? Mistério! A única coisa que sei é que isso é bom e ruim, porque já tivemos momentos de total sintonia e outros de desarmonia extrema. E a única maneira de contornar isso é com amor. E amor de mãe, pois é isso que ela é pra mim. Uma das mães que Deus me deu.  

Talvez a minha forma de amar não seja a mais convencional ou o meu jeito de protestar não seja o mais usual, mas é a minha forma, a minha maneira. Há momentos que as pessoas não gostam, claro, mas não duvidam da voracidade nem da veracidade da minha maneira de agir. Sou fiel aos meus pensamentos e aos meus princípios, acredito no que acredito. 

E por também ser fiel aos meus sentimentos que faço esse post dedicado à minha tia, que amanhã (28) faz aniversário. Uma pessoa que tem uma família tão pequenina como eu, tem amor jorrando para dar aos poucos que merecem. E minha tia merece!!! 

Para terminar, peço a ajuda de Fernando Pessoa (sempre ele!) que escreveu: 'Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?'. 

Feliz aniversário, tia! ♥


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Se conselho fosse bom...



 Em dias em que a solidão concreta nos faz companhia percebemos muitas situações que o tumulto do dia a dia não nos deixa enxergar.

Pois então, hoje percebi o quão solitária me encontro mesmo estando rodeada de pessoas. E mais, pessoas queridas! Isso é tão ruim, mas tão ruim. E pior, dói!

Por que raios me sinto assim? Sei não...

Só sei que a cada dia que passa me encontro mergulhada em problemas que não são meus, que eu não procurei. O engraçado - ou trágico - é que ninguém me impôs isso. A culpa é minha e só minha. Eu teimo em cair de cabeça nesse mar de aporrinhações.

Como eu queria que fosse diferente... Quando eu me encontro numa fase mais tranquila - e isso é difícil -  esse anseio de ser Mulher Maravilha e resolver os problemas do mundo toma conta de mim. Que tola, não? Pois é... Se ainda fosse Mulher Maravilha para resolver os meus próprios problemas, mas passo longe disso. Fazer o quê?

Continuar vivendo, claro! Ou talvez sobrevivendo.

O que eu queria mesmo era fazer com que as pessoas entendessem a gravidade dessa minha atitude e não fizessem o mesmo. Não é nada bom. Nadinha!

Não caiam também no erro de completar o título desse post. Conselho é bom sim! E é melhor ainda quando é de graça....

terça-feira, 17 de maio de 2011

Por que as mulheres gostam tanto de sapatos?


Está aí uma pergunta que nunca sai de moda. A cada nova geração nos fazemos essa pergunta com o intuito de finalmente encontrar uma resposta. O amor das mulheres por sapatos sempre é tema de debates. E esse amor não é privilégio da mulher moderna.  A rainha da França, Maria Antonieta, por volta de 1755,  possuía nada mais nada menos do que quinhentos pares. Todos catalogados por data, cor e modelo.




Quando perguntamos às mulheres por que elas gostam tanto de sapatos, muitas  dizem que os sapatos fazem elas se sentirem mais bonitas, outras dizem que eles dão ‘poder’, tem aquelas que gostam porque gostam, as que dizem que os cem pares que possuem são pura necessidade, e até aquelas que consideram o sapato uma ‘arma’. Isso mesmo! Pra algumas mulheres os sapatos servem pra voar na cabeça de um, pisar no pé de outro e por aí vai.


O fato é que não existe uma resposta unânime. As mulheres tentam encontrar uma resposta para essa pergunta que elas não sabem responder. Não sabem mesmo. Só sabem que gostam e que, para cada nova bolsa, roupa, cinto, viagem ou evento, elas precisam de um sapato novo, porque naquele pequeno acervo de duzentos pares que elas têm, nada combina com nada!




Talvez seja esse o segredo de tudo! Não saber o porquê de tanto amor. Se soubessem, talvez não se encantassem tanto com eles.
Não sabendo a necessidade, não sabendo o motivo, as mulheres sempre encontram um belo pretexto pra comprar mais e mais sapatos. Principalmente quando encontram na loja uma palavrinha mágica: liquidação! 

Podem passar anos, décadas, séculos e até milênios que a relação de amor que as mulheres têm com os sapatos vai resistir.

Por @BrunaLugatti
Para @DakotaNaRede